Terça-feira, 29 de Junho de 2010

"Ele Faz Anos!

O Principezinho faz anos, continua a ser um menino de caracóis de "Ouro" com 67 anos! Nascido a 29 de Junho de 1943 é Caranguejo :D!

"Só se conhecem as coisas que se cativam. Os homens já não têm tempo para conhecer
nada. Se queres um amigo cativa-me"

Autor: Saint-Exupéry, Antoine de (O Principezinho)


Letrado por Fiore às 10:17
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Terça-feira, 22 de Junho de 2010

I Wont my Home Back!

Já não tento mais nada, nem me atrevo a supor seja o que for.

Não tenho alcatifa em nenhuma das divisões da casa onde moro, que nem sequer é minha, para poder ouvir os pelos da mesma a crescer, só poderei ouvir crescer, falando de pelos, os das minhas pernas. Não acordo ao lado de nenhum homem que tenha conhecido numa noite de desatino. Mesmo quando bebo, sei sempre o que faço, o que digo, e principalmente sei o que sinto (fazendo uma análise sobre isto não consegui ainda perceber se é bom ou mau).

É mais um Verão, mais um dia de trabalho, mais um aniversário!

Aniversário este que me faz entrar na casa dos trinta e ainda me sentir uma “menina”, não que o seja na verdade, mas sinto-o, o que já não é mau de todo, ou poderá ser, mas de que vale essa inquietação?

Vou deixar de ter TPM (Tensão Pré Menstrual) e vou passar a ter CT (Crise dos Trinta), esta é uma novidade, vai ser mensal e por altura em que as dores de barriga não me largam, as dores de cabeça se fazem a mim, da mesma forma que me faço à vida, com força, e o estado de nervos revela a fúria felina que se apodera do meu ser. Vejam bem um Caranguejo a ter momentos de personalidade felina, incompreensível e inaceitável, eu sei! Já sei!!!

Não vi nada mas já me apercebi de um pouco de tudo!

O telefone toca, o e-mail enche-se de mensagens o telemóvel lá vai dizendo alguma coisa. Mas nada de jeito, começo a pensar que os meios de comunicação não “dizem nada de jeito”, só quando reproduzem música, me dão noticias de um velho amigo, ou me fazem encontrar um Concerto, uma peça de Teatro ou um qualquer programa que me atire para um mundo paralelo ( deste eu gosto)!

Gosto de paralelismo de Perpendiculares de silogismos, gosto de gostar e do desconhecido, gosto de mim e detesto Pessoas Bipolares., cada vez as abomino mais. Mas eu aguento!

Estou velha para aguentar manias insanas, chatas e sem sentido!

Sou nova para ter de “levar” com elas”!

Oito horas de sono e uma e meia acordada são o que chega dentro dessas quatro paredes que já deixaram de ser o meu “ Cubo Mágico”.

 

Resta Sonhar

 

 

 

 

 

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Letrado por Fiore às 11:24
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Quarta-feira, 31 de Março de 2010

O melhor...

Sem dúvida o melhor

“- É verooooo!!!!! Um carro armado!”
“- Mamma….. Mamma…..”

Esta é a sua história, este é o sacrifico que o pai fez por ele e o presente que lhe deixou!

"- Ganhámos! Ganhámos. Mil pontos, é de morrer de rir! Os primeiros! Vamos voltar a casa num “ carro armado”

 

...

“Pegue nos seus Botões de Rosa enquanto pode, o termo em latim para esse sentimento é Carpe Diem”
Isto porque…
“Somos comida para as minhocas pessoal

Letrado por Fiore às 14:58
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Segunda-feira, 29 de Março de 2010

"Sem pinga de Sangue"

Entrou…

Indiquei-lhe a cadeira para se sentar e referiu-me que preferia ficar de pé, dizia: - “Estou mais confortável assim”.

Trazia o corpo magro, sofrimento estampado no rosto, mas dos olhos emanava força e os lábios soltavam um sorriso de conformação, sincero limpo de quem nada mais tem a dizer mas com tanto ainda para dar.

Insisti e sentou-se.

Referiu que apesar de ter ficado efectiva ia pedir destacamento, só precisava de algumas informações que ainda ninguém lhe tinha conseguido responder.

 

- Mas está de licença de maternidade?

- Não! Fui submetida a uma cirurgia há dois dias (agarrava-se à barriga com algumas dores, mas continuava a sorrir)

- Então deixe-se estar sentada, vou chamar o meu director para que não tenha de fazer esforços a subir a escada.

- Não é necessário! Eu vou lá, de qualquer forma vou ter de continuar a andar ( e sorria , simplesmente sorria com sinceridade e com ar de quem é feliz. Nota-se quando um sorriso ainda é feliz)

Peguei no telefone, liguei para a direcção e fiz o Chefe descer.

- Não era necessário, o Sr. Não tinha de se deslocar.

- Ele vem cá.

- Então mas foi alguma problema grave, ou algo simples?

- Nada de mais, tenho um cancro no estômago, mas já estou quase bem, vou dar aulas este ano fazer o que gosto até conseguir.

 

Fraca, ela estava fraca. Mas sorria como eu nesse dia de Sol não consegui sorrir devido ao excesso de trabalho ao stress às revoltas de ter de lidar com gente pouco inteligente.

Saiu com o que necessitava, uma palavra de força, um grande sorriso e respeito, de mim não levou pena, levou respeito.

 

- - - - - -- - -

 

O telefone tocou e do outro lado a funcionária dizia:

 

- Rita é para ti.

- Passa Rosa eu atendo.

- D Rita fala a S lembra-se de mim?

- Lembro S. mas o D antes do meu nome não me parece nada bem, e sorri, coloquei o sorriso na minha voz.

- Rita, neste momento, tenho de recorrer a si para saber o procedimento a seguir. O meu marido deixou-me e levou os meus dois filhos. Neste momento vou ter de fazer uma mudança e gostaria de saber se tenho de regressar aí. Amanhã começo a empacotar as minhas coisas…

- S  não precisa voltar. Já recuperou da sua cirurgia “simples”?

- Estou bem melhor (e sorria com a voz). Agora é só fazer a mudança. Obrigada por tudo espero que por aí os seus dias estejam a correr melhor!

 

 

- - - - - - -

 

 

Hoje não tocou o telefone.

Hoje, não a vi e não foi ela que sorriu.

Hoje não soube da melhoria da sua cirurgia “simples”.

Hoje tive de encarar o “Porco” que a deixou e levou os dois filhos. Que a deixou morrer sozinha com um cancro terminal e fazer uma mudança e empacotar caixotes.

Hoje tive de o encarar a dizer-me que ela, a que sorria, tinha morrido há quatro dias, a perguntar-me o que tinha de fazer para receber o SUBSÍDIO POR MORTE DE CONJUJE”.

Eu tinha o agrafador, o furador, tinha um PC, um teclado, um rato tinha ainda duas gavetas bem há mão. Mas fiquei tão estúpida que só lhe consegui dizer a sorrir, com serenidade, a sorrir por ela:

 

- Eu não lhe vou pagar nada! A Escola de destacamento talvez tenha algo a dizer-lhe.

- Eu não tenho nem palavras e mesmo que tivesse subsídios para auferir, neste momento…. Não o poderia fazer devido a um erro de sistema (sistema de informação, de processamento mental e auto controlo).

 

Ele não tinha um cancro terminal. Mas… também não sorria… e acho que também não tinha força para subir uma escada, e gordo e anafado acho que nem empacotar caixotes conseguia.

Vocês daí… a vida é tão simples. Para quê complicar? Para quê jogar quando por vezes um sorriso basta para fazer cair por terra aquilo que está prestes a explodir dentro de nós.
Para quê não aproveitar os beijos de quem nos ama os abraços dos nossos amigos os erros das pessoas.

 

Para quê complicar. É tudo subjectivo…

Mas tão simples…

Domingo, 21 de Fevereiro de 2010

Domingo com CaFe...

Chamam-me tantas vezes louca…. Não sei se o sou!

Encontro nas pequenas coisas maravilhas que me fazem sorrir, são tão simples as gotas de chuva e tão ferozes ao mesmo tempo. Quando aparece um raio de Sol é o que basta para sentir que estou Feliz. Será que estou? Não sei!

Sou “Doida” na comparação do estereotipo da sanidade mental mas não quando digo que gosto de alguém, que gosto de um amigo que sinto as suas tristezas e me entristeço, quando ao meu alcance nada está que possa fazer. Nunca soube viver sem ir à luta por mim e por vocês, Pessoas do meu caminho, da minha jornada.

Deste lado sinto que um mundo desaba lentamente aos pés de alguém e encontrar armas para poder lutar nessa batalha está a tornar-se difícil, quando o que me resta para estar “Lado a Lado” é o silêncio. Da minha vida só eu sei, da vossa só posso imaginar, mas da luta a que for será a minha, nem que ao silêncio das palavras inúteis e à falta de ações renegadas me tenha de entregar.

Paixão forte e abnegada esta pela vida e pelo sorriso que quero plantar! Por essa Paz que se diz sentir a um colo que sem nada pedir se oferece.

Calem-se os sãos de mente quando vos criticam, quando dizem que vos amam e nada sentem no final, que no jogo de interesses são Reis e Bispos.

Deixem-me então ser louca! Andar na rua e não vos ver gente sã. Não vos ouvir gente sábia. Não vos querer gente Rica.

Nada sei a não ser que me queiram ensinar algo mais, para ainda menos saber e menos perceber. Viver sabendo-me ignorante e Burra é uma dádiva é viver com o coração.

Tantas vezes de Louca me chamam porque me rio, porque vos faço sorrir quando as lágrimas vos prendem e não saem. Os homens também choram as mulheres também pegam em armas, mas as Pessoas, essas, as Loucas, as que são bandidos e não Policias, as que vivem em Casas e não mansões, as que não ostentam mas se entendem entre olhares…  Fecham os olhos e vêm o mundo.

Vocês são o meu mundo, composto pelas minhas “ crianças”, pelas minhas “paixões”, pelos meus “Amores”. E pelo singular de tudo isto que vale mais do que um céu coberto de ouro. É no singular porque na Morte lenta não se deixa ser Plural. Sou Plural “etanamente” e nas metáforas me perco mas este é o caminho… O trilho que tenho…

 

 

Quando chegam mostro-vos as minhas mãos vazias, “ assim como os meus dias tão leves e banais”… obrigado por as encherem de “um mundo à cabeceira”.

Letrado por Fiore às 16:56
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Quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010

Sabe Bem... :D

“Esperei-te no fim de um dia cansado” – E esperava outra vez :D
“À mesa do CaFé de sempre”
– ou ao balcão
“O fumo, o calor e o mesmo quadro”
– O quadro pode ser diferente cada vez que se olha para ele
“Na parede já azul poente”
– O Poente é um ponto cardial, ou cordial
“Alguém me sorri do balcão corrido”
– Ou não ligo, ou então não sorri mesmo
“Alguém que me faz sentir”
– Na maioria das vezes não faz sentir nada
“Que há lugares que são pequenos abrigos”
– Esconderijos clandestinos, segundas casas
“Para onde podemos sempre fugir”
– E não contar a ninguém a localização geográfica
 
“Da tarde tão fria há gente que chega”
– e passa sem olhar
“E toma um CaFé apressado”
– Ou não bebe café
“E há os que entram com o olhar perdido”
– Mostram um olhar fingido como que se tendo encontrado
“À procura do futuro no avesso do passado”
– Não deixando o presente ter Futuro
 
“O tempo endurece qualquer armadura”
– Amolece…
“E às vezes custa arrancar”
– Não se pode arrancar nada, o melhor é deixar ficar
“Muralhas erguidas à volta do peito”
– Se ergueram pode sempre saltar-se
“Que não deixam partir nem deixam chegar”
– Mas parte sempre e chega sempre
 
“O escuro lá fora incendeia as estrelas”
– O escuro traz o brilho das estrelas e aquece
“As janelas, os olhares, as ruas”
– As janelas abertas, os olhares em paz, e as ruas só nossas
“Cá dentro o calor conforta os sentidos”
– E o sol conforta os sentimentos
“Num pequeno reflexo da lua”
– Cheia de preferência
 
“Enquanto espero percorro os sinais”
– Amarelos, verdes, e vermelhos não necessariamente nesta ordem
“Do que fomos que ainda resiste”
– Resiste??? Eu resisto…
“As marcas deixadas na alma e na pele”
– Que são tãoooooo boas :D
“Do que foi feliz e do que foi triste”
– foi tudo Feliz :D
 
“Sabe bem voltar-te a ver”
– Mesmo que seja só ver
“Sabe bem quando estás ao meu lado”
– Mesmo quando não estás
“Quando o tempo me esvazia”
– O tempo só me preenche vai chegar a Primavera
“Sabe bem o teu abraço fechado”
– Mas ele existe???
 
“E tudo o que me dás quando és
Guarida junto à tempestade”
– Não existe tempestade, se houver há guarida?
“Os rumos para caminhar”
– Caminho sempre pelo trilho das pedras :D, sabe melhor
“No lado quente da saudade” – Assumo que sim o lado quente é só o da saudades :D

 

 

Música: Fim do DIa
Sinto-me:
Letrado por Fiore às 15:26
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Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010

Como eu tropeçava...

Tropecei num calhau, dei duas piruetas, tive a sensação que ia cair, estampar-me e ir de vez deste “mundinho” sem mais nem menos. Mas não… Caí em cima de um caixote cheio de papéis. Daqueles caixotes que as gatas costumam procurar para parir, onde pensam que ninguém as vê mas estão sempre a ser observadas. Ver uma gata a parir é das coisas mais emocionantes. Há quem diga que o nascimento de uma criança é bonito, que a mãe é uma guerreira, e é… Mas neste momento refiro-me às gatas, daquelas que não têm raciocínio nunca abandonam as crias, comem as bolsas, limpam-lhes o sangue e nunca mais esquecem o cheiro. Se algum ser racional resolve priva-las de poderem transportar os seus “rebentos” pelos dentes, aquele ser irracional, felino e cheio de charme morde rosna e assanha-se.

Não sou uma gata, mas o certo é que caí em cima do caixote. Também não pari nenhum rebento felino, o que não era de todo uma má ideia ter um filho sendo que as crianças são, de certeza, o melhor do mundo.

Caí em cima de um caixote de papeis… “estafreguei-os” com o meu peso. Que prazer! Detesto papeis. Papeis de lustro, papeis principais, papeis secundários, documentos, papel vegetal, folhas de papel reciclado, papel que cheira mal, papel de revista. Eu não gosto de papel. Só de livros, o que é um contra-senso mas não tem importância posso dar-me a essa “ exuberância”. Os livros para mim não são papel, são letras e as letras fazem sempre sentido mesmo que não as consiga, nas minhas limitações, entender à primeira.

Cair em cima de um molho de processos nojentos não me doeu quase nada e passou no prazo de 2 horas com ajuda de uma “droga qualquer” azul (não tinha forma de cogumelo, antes tivesse). Se a queda fosse em cima livros, uma estante de livros, livros abertos, livros fechados… Ia doer mais. Garanto que para além das lesões lombares e musculares os livros provocam lesões no cérebro, daquelas que não têm remédio, que nos remetem para a linha que observamos lá ao fundo, aquela a que na gíria se apelida de “Linha do Horizonte” , essa onde tudo se passa e nada se vê.

Eu queria ter tombado em cima do Livro do “Desassossego” de Fernando Pessoa, do “Anatomista” de Federico Andahazi, do “Papalagui” de Tuiavii, caía sobre o asteróide B52 e visitava a minha “grande paixão” “O Principezinho” apenas para ter o prazer de contempla-lo enquanto este “adora a sua rosa” sendo responsável por ela porque sabe que a cativou.

Eu “escagalhava” os ossos de encontro ao “Eça de Queirós” e vivia os “Maias”. Sem sentimentos de culpa ou de incesto.

Livros…. Dêem-me livros…

 

Música: "Tenho Livros e Papeis espalhados pelo chão....
Sinto-me:
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Letrado por Fiore às 14:41
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Domingo, 24 de Janeiro de 2010

17 Livres - 6 ocupados e 3 suspensos

Se começasse, neste momento, a escrever um argumento não saberia por onde o iniciar. Admiti-lo já é um bom começo.

Poderia dissertar sobre o grito das Baleias Azuis macho que são cada vez menos agudos porque as fêmeas “são cada vez mais fáceis”, sobre carros híbridos e energias alternativas, sobre espécies estranhas de caranguejos, talvez sobre a imaturidade humana ou as catástrofes naturais. Poderia argumentar sobre os cem cigarros, seguidos, que se podem fumar até sermos de vez um tronco em cinzas, falar de fotografias que tiram a verdadeira essência das coisas, já que as imagens pertencem a um local podendo ficar na memória enquanto durar o pensamento de quem as guarda.

Poderia falar dos “filhos da puta”, dos filhos da mãe e dos “filhos de ninguém”

Era possível dizer que a verdade é uma grande mentira, quando cada mentira é tomada como uma verdade.

Lembrei-me que até era possível falar sobre jogos de Pocker, BlackJack, de casinos. Sobre o que é clandestino e é tão bom. Sobre o que é contrabandeado e é mais barato, sobre um beijo falso mas saboroso, sobre querer cantar e não ter voz.

Escreveria sobre quem caminha a meu lado, por acaso, atrás de mim, porque não me conhece, há minha frente porque julga conseguir chegar primeiro.

Filmava frame a frame a cobardia como acto de coragem e sobrevivência.

Tudo isto daria um bom argumento, mas não me apetece falar de coisas fúteis.

Letrado por Fiore às 17:04
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Domingo, 7 de Junho de 2009

ALELUIA significa - Louvar a DEUS...

.... a mim arrepia-me. E a ti?
 
Só mesmo quem tem uma pedra no lugar do coração se pode atrever a não se comover ( mas acho que não é possível)...
 
É a força da voz de duas gerações
 
Duas gerações distintas que nos arrepiam com a música.

 

A postura deste ,compositor cantor e poeta...
 
A voz desta senhora...
 
E a letra da musica assim como os acordes...
 
Eu gosto disto :) gosto mesmo disto
 
Assistam aos dois videos vale apena

 

(Um Senhor de 74 anos)

 

 

 

( Uma voz e a doçura do piano)

 

 

 

 

e para quem não consiga traduzir aqui fica...
 
Aleluia

Eu ouvi que havia uma nota secreta
Que David tocou e satisfez o senhor ( David Tocou e Dançou perante o Senhor, tocou e dançou. Estava Feliz não é pecado gostar de rir de cantar e de Dançar)
Mas tu não te importas realmente com a música, ou importas? (Por vezes nem a ouves)
E segue assim - a quarta, a quinta
A queda do menor, a ascensão do maior ( quando o menor se deixa cair e o maior pensa que ascende)
O Rei confuso compondo aleluia
( um Rei tem mesmo de se confundir, se tal não fizesse nunca seria um Rei Justo)

Aleluia, aleluia, aleluia, aleluia.

Tua fé era forte, mas precisavas da prova ( Mas tinhas fé)
viste-a tomando banho no telhado
a sua beleza ao luar derrubou-te
Amarrou-te numa cadeira da cozinha
Ela quebrou-te o trono, cortou-te o cabelo
E dos teus lábios ela tirou a aleluia

Aleluia, aleluia, aleluia, aleluia.

Talvez eu estivesse aqui antes
Eu conheço este quarto, eu andei neste chão,
Eu costumava viver sozinho antes de conhecer-te.
Eu vi a tua bandeira no arco de mármore
O amor não é uma marcha da vitória
É um aleluia frio e partido

Aleluia, aleluia, o aleluia, aleluia.

Houve uma época em que me deixas-te saber
O que é real e decadente
Mas agora nunca me mostras isso, mostras?
E lembra-te de quando eu me mudei para junto de ti
A escuridão sagrada foi junto também
E cada suspiro era aleluia

Aleluia, aleluia, aleluia, o aleluia.

Talvez lá haja um Deus acima
e seja verdade que existe, tudo que eu sempre aprendi do amor
É como ganhar alguém que te conquistou
E isso não é um choro que tu podes ouvir à noite
Não é alguém que vê a luz
Isso é um aleluia frio e partido

Aleluia, aleluia, aleluia, aleluia, aleluia, aleluia, aleluia

 

Letrado por Fiore às 18:13
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